Início > crônicas > No fim das contas.

No fim das contas.

sábado, 5 de dezembro de 2009 Deixar um comentário Ir para os comentários

Têm pessoas que acreditam que o Brasil tem jeito. Minha opinião é: não sei.

Alguém cujo não estou me lembrando agora falou o seguinte sobre as opiniões parecidas com a minha: “Não destruam o Brasil, pois ele ainda nem foi terminado”. Talvez. Mas é duro, nós, brasileiros, termos que aguentar políticos ladrões e caras-de-pau o tempo todo. Têm suas exceções, é claro, mas que pequenas exceções em um país tão grande!

O povo, o verdadeiro Bobo da corte, não aguenta mais. Toda semana papoca notícias nos jornais sobre políticos metendo dinheiro nos bolsos(antigamente), na cueca e agora, uma novíssima: nas meias.

Com as cenas, que passaram na televisão, do mensalão do Democratas(DEM), fico pensando o que um trabalhador pensa quando chega em casa, depois de muitas horas de trabalho para ganhar um salário mínimo e senta para relaxar e vê passando na televisão seus políticos pegando dinheiro do povo como se estivesse pegado uma simples caneta. O que dizer para esse trabalhador, um homem comum. Digo um homem comum já que o nosso presidente Lula, o “grande” Filho do Brasil, disse que pessoas como o Sarney(já chamado de ladrão pelo nosso mesmo presidente) não pode ser tratado como uma pessoa comum.

Isso mesmo caro leitor, infelizmente, até o grande presidente de vocês “não pode fazer nada”, já que são todos amigos. Tudo vira CPI, não mais em pizza ou panetones. Pizza e panetones, agora, saem antes, para esses sem-vergonhas no poder encherem a pança, antes de mentir, mais uma vez, para nós.

Fico triste quando dizem que vão abrir uma CPI para apurar o caso ou vai ter uma votação de expulsa de algum dos políticos desalmados, aí meu caro, a pizza já queimou. E, como sabemos, não acontece nada.

É duro para um povo que ama seu presidente, tem gosto pra tudo, não ter esse amor devolvido. É duro para um povo que vai às ruas votar, tentando construir um Brasil melhor, ver o seu “empregado” os apunhalar pelas costas, ou digo pela frente. Frente mesmo. O político não é nada mais nada menos do que um empregado do povo, pois está lá devido ao voto do povo brasileiro, mas aqueles não veem assim. Na primeira ou quanta chance tiver, vai encher os bolsos, fazer uma oraçãozinha e envergonhar o Bobo da corte na frente de todos.

Categoriascrônicas
  1. Nenhum comentário ainda.