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A escolha.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 Deixe um comentário Ir para os comentários

Chegamos em um momento da vida em que temos que tomar uma das piores e mais importantes escolhas, principalmente quando estamos com a saúde em frangalhos.

Pacientes que acabam de descobrir um câncer ou pessoas já velhinhas que devido ao percurso da vida, se deparam com uma doença, que deve ser chamada no minimo de, amaldiçoada. Foco nesse texto, caro leitor, problemas, soluções e escolhas dos velhos. Dos que já passaram da idade de até escolher por vontade própria, já que a família manda e desmanda como um cachorro que querem o bem.

Bem, os velhinhos que terão que enfrentar algumas mazelas, mandadas pelo divino, pensam muito no custo-beneficio do enfrentamento. Dizem: “Quanto que irei sofrer?”, “Será que aumentará meus anos de vida?”, “O que você faria no meu lugar, Dr.?”.

Realmente, isto é o cotidiana em vários hospitais e clínicas particulares ou não. Pensemos: quem poderá intervir na vontade do próximo? Quem sabe mais do seu sofrimento com alguma intervenção para combater, geralmente, o incombatível? Infelizmente, no fim da vida, os velhinhos não tem muita escolha. Estão estre quatro paredes onde mal os cabem.

É a velha frase: se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. Ou seja, o paciente, em decomposição mais acentuada, partindo do principio que nós todos, bípedes, estamos em constante decomposição, fica na escolha: sofrer os poucos anos que lhe falta sem muito sofrimento médico ou sofrer no fim da vida com intervenções, procedimentos, internações, entre outros “traumas”.

Muitos escolhem morrer, no que digamos, dignamente, ou seja, sem ter que sofrer tentando uma solução, geralmente, por praxe, para combater o concreto e cimentado com um copo de água. Outros escolhem encarar a situação, encarar os males da vida e entram de peito aberto, não importando se os seus últimos dias, meses ou até anos serão de “sofrimento médico”.

O fato, a verdade é que todas as duas escolhas são nobres e têm que serem respeitadas. Cada pessoa é um caso. Cada caso tem por trás uma pessoa. Então fica a pergunta para nós todos, querido leitor: o que você faria?

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  1. Lara
    quinta-feira, 24 de dezembro de 2009 às 16:50 | #1

    Já que o pior é o esperado nessa situação, encararia o desafio! Tentaria sobreviver até o fim, pelo menos tentei!
    ;*