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Quando o Ano Novo começa ruim.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 Deixe um comentário

Esse texto vai para aquelas pessoas que passaram a sua grande festa da virada em hospitais, em casa com problemas de saúde, sozinhas (sem querer tal situação), aquelas com casas derrubadas pela chuva, aquelas que perderam pessoas próximas, entes queridos, aquelas que passaram o Réveillon brigando, e aquelas que ainda não acordaram para o ano de 2010.

Com chuvas em todo o país, cada vez mais pessoas morrem, cada vez mais pessoas ficam desabrigadas, cada vez mais as pessoas ficam desamparadas. A triste visão de uma pessoa brigando com a outra já é muito perturbadora. Imagine o sentimento daquelas que perderam famílias inteiras. E que ainda perdem. É duro! Muito duro imaginar um começo de ano tão louco, tão conturbado já que quase todos colocam todas as esperanças de acontecimentos melhores nas mãos do Ano Novo.

Começar um ano enterrando pessoas é algo desolador para todos que vivem e pra quem assiste de longe pela televisão. Ter a sensação que a vida não tem continuidade, ter a sensação que a qualquer momento a magia pode acabar rapidamente. Até bestamente.

Pois é, caro leitor, nesse ano que mal começou, o de 2010, os problemas vão continuar, podendo até se agravar, as brigas vão continuar, as guerras também, a natureza cada vez mais rebelde, e com razão, também. Ou seja, não peça muita coisa na hora da virada, pois às vezes pode acontecer tudo ao contrário. Saúde e paz. E bola pra frente!

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O que fala: “Isso é uma vergonha!”

terça-feira, 5 de janeiro de 2010 Deixe um comentário

Vocês conhecem o apresentador, jornalista e sei lá mais o que, chamado Boris Casoy?!?!

Pois é, ele, infelizmente, ou felizmente para nós, telespectadores, mostrou o seu lado não tão moralista ao sempre falar dos sem vergonhas do Brasil a famosa frase: “Isso é uma vergonha!”. E agora foi ele que envergonhou profundamento, primeiro, aos garis e, segundo, a todo o Brasil com os seus pensamentos preconceituosos e suas palavras terríveis.

Se ainda não teve a oportunidade de ver, veja agora!

E o seu ridículo pedido de desculpas que não durou nem 1 minuto.

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Ao Ano Novo.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 1 comentário

É, você chegou. Demorou mas veio! Não sou muito seu fã, mas muitas pessoas o idolatram. Fazem festa quando você vem, fazem promessas, fazem mandingas, fazem projeções de vida, ou seja, fazem de tudo um pouco só em saber que você está por vir.

É engraçado, pois você faz questão de todo ano sumir por 365 dias, e mesmo assim você é, quase sempre, bem vindo. Aconteceram muitas coisas quando você estava fora nesses últimos 365 dias. Coisas boas, ruins, alguns milagres, talvez, atos nobres e atos degradantes. Repito, você demorou a chegar. Mandei tantos telegramas pedindo pra você fazer logo essa visita! Não sabes o que é passar dias ruins, até terríveis, sonhando com que tudo passasse logo, que você voltasse logo, mas como sempre você não dá as caras.

Só chega quando bem entende! Mas perdes muito com isso, já que não compartilha com ninguém os momentos bons, felizes, alegres, cada vez mais raros, é verdade, mas que faz todo o sentido para quem os vivem. Deveria ficar um pouco mais conosco! Você passa exatamente 1 segundo com os mortais. Você, se acha muito! Demora tanto pra vir, e quando vem, não mostra direito nem a cara.

Ano Novo, é verdade que não posso culpá-lo de tudo. Sei que procura fazer sempre o melhor, claro, e nós, que o conhecemos, queremos sempre mais e mais. Mais e melhor. Deve ser por isso que você, Ano Novo, fica tão pouco tempo. Não deve aguentar mesmo tanta babação que fazem. Deve ser mesmo difícil. Às vezes, entendo o porque de tamanha distancia nesses 365 dias que só Deus sabe onde você deve passar, morar, viver, etc.

Você deve se achar um pouco usado, se achar feito de besta até. Pessoas que você nem conhece fazem questão de ir logo pedindo tudo, pedindo, como citei acima, até o impossível. É questão material, emocional, espiritual, é tudo junto. Escrevendo pra ti, Ano Novo, realmente percebo o quanto é complicado visitar-nos.

Ano Novo, o que posso dizer nessa sua visita meteórica que está já já por vir é desejá-lo um bom Ano novo para você e para toda sua família! E vê se aparece mais!

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Quase lei.

domingo, 27 de dezembro de 2009 1 comentário

Faltam quatro dias para a virada do ano e, com isso, a maioria das pessoas fica totalmente ouriçadas.

Cheguei a ouvir esta semana, de um amigo de infância até, quando eu falei que ainda não tinha programação para onde ir no fim de ano, falou para eu resolver logo aonde eu iria passar o reveillon pra eu não acabar passando a virada chorando no quarto.

Fiquei pensativo, não posso negar, caro leitor. Pensei no porque das pessoas terem essa gana de ter que ir a uma festa para se sentir bem. E não ficar chorando no quarto, é claro. É impressionante, acho que poderia ser ao contrário: como as pessoas acham uma data tão venerável, deviam fazer algo diferente, ou seja, não ir pra mais uma festa! Hoje em dia, todo dia tem festa. E as pessoas acabam, sem se dar conta, fazendo a mesma coisa de todos os dias.

A burrice é tamanha! O paradoxo inconsciente é tão frágil como uma borboleta sem asas.

Nós, os bípedes pensantes, não devíamos achar que a felicidade está, sempre, na companhia de outro. Tem gente, amigo leitor, que vai sozinho pra uma festa, passa a noite com um bando de desconhecidos, só pra no outro dia ter o que falar para os outros. É moda! É chique falar aonde esteve em um dia como esse, ao menos que não seja chorando no quarto, é claro!

Quando o ano vira, é impressionante como todo mundo, que você pergunta onde passou o ano, abre e enche a boca para falar um local maravilhoso. Até locais que nem existem até!

É quase lei, a maioria quer ir para uma festa ou um local muito pomposo justamente para ter o que falar. E é surpreendente como todos os locais são perfeitos quando você pergunta como foi.

Agora, amigo leitor, vou atrás do meu reveillon porque vai que passo, a grande virada, no quarto chorando.

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Natal, enfim, fim.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009 1 comentário

É natal de 2009. É época de alguns pedirem perdões, outros se reaproximar de parentes e amigos, muitos comprando presentes para dar ao seus queridos e queridas. Enfim, no fim, entre vivos e feridos, todos foram salvos!

Existem vários tipos de reuniões nesta época: por uma causa de saúde de um próximo; por querer simplesmente sair com amigos para se divertir, talvez, encher a cara; por tentar se aproximar o quanto mais de outras famílias, mesmo sendo sacaneado com piadinhas por alguém da família (tem sempre um chato de plantão, é clássico); por querer ter uma reunião religiosa indo às igrejas, etc e tal.

Amigos secretos também estão na lista de tarefas desta época natalina. Geralmente, ninguém gosta do presente que recebe, geralmente a pessoa tira uma outra que o vínculo é especificamente as letras OI, uns não gostam nem da pessoa que tirou, e a falsidade como diz o popular: come de esmola!

No natal, os sentimentos individuais florescem. Melancólicos, depressivos até, felizes, felizes até demais, às vezes. Sem dúvida alguma, cada natal é um natal diferente para cada individuo, para cada bípede chamado ser-humano, todos estão unidos por esta data, mas, ao mesmo tempo, os sentimentos são totalmente diferentes. Muitos pensam positivamente, outros negativamente, e têm aqueles que estão, digamos, catatônicos (no sentido de não pensar e sentir nada).

Esta data, é uma maneira de reunir os pensamentos também. Não é só sair por aí gastando tudo o que tem e até o que não têm. Fim de ano, começando primeiramente pelo natal, é hora de, como dizia o grande jornalista Gervásio de Paula, colocar a bundinha pra pensar.

Refletir é viver. Refletir é reviver. Pensemos mais, pois com o natal, reveillon, e outras festas ilusionistas faz com que fiquemos sendo mais um na multidão. Façamos o bê a bá do natal, mas também façamos algo mais “complexo”. Neste fim de ano, começando pelo início e fim do natal, é a hora de saber o que está certo e errado em nossas vidas, para que não façamos o mesmo erro nos próximos 365 dias.

Temos que aprender a aprender. Mas se você leitor não estiver entendendo, pelo menos nunca vai ter bicho-de-pé.

Enfim, fim do natal.

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A escolha.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 1 comentário

Chegamos em um momento da vida em que temos que tomar uma das piores e mais importantes escolhas, principalmente quando estamos com a saúde em frangalhos.

Pacientes que acabam de descobrir um câncer ou pessoas já velhinhas que devido ao percurso da vida, se deparam com uma doença, que deve ser chamada no minimo de, amaldiçoada. Foco nesse texto, caro leitor, problemas, soluções e escolhas dos velhos. Dos que já passaram da idade de até escolher por vontade própria, já que a família manda e desmanda como um cachorro que querem o bem.

Bem, os velhinhos que terão que enfrentar algumas mazelas, mandadas pelo divino, pensam muito no custo-beneficio do enfrentamento. Dizem: “Quanto que irei sofrer?”, “Será que aumentará meus anos de vida?”, “O que você faria no meu lugar, Dr.?”.

Realmente, isto é o cotidiana em vários hospitais e clínicas particulares ou não. Pensemos: quem poderá intervir na vontade do próximo? Quem sabe mais do seu sofrimento com alguma intervenção para combater, geralmente, o incombatível? Infelizmente, no fim da vida, os velhinhos não tem muita escolha. Estão estre quatro paredes onde mal os cabem.

É a velha frase: se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. Ou seja, o paciente, em decomposição mais acentuada, partindo do principio que nós todos, bípedes, estamos em constante decomposição, fica na escolha: sofrer os poucos anos que lhe falta sem muito sofrimento médico ou sofrer no fim da vida com intervenções, procedimentos, internações, entre outros “traumas”.

Muitos escolhem morrer, no que digamos, dignamente, ou seja, sem ter que sofrer tentando uma solução, geralmente, por praxe, para combater o concreto e cimentado com um copo de água. Outros escolhem encarar a situação, encarar os males da vida e entram de peito aberto, não importando se os seus últimos dias, meses ou até anos serão de “sofrimento médico”.

O fato, a verdade é que todas as duas escolhas são nobres e têm que serem respeitadas. Cada pessoa é um caso. Cada caso tem por trás uma pessoa. Então fica a pergunta para nós todos, querido leitor: o que você faria?

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Erros.

domingo, 20 de dezembro de 2009 1 comentário

É muito ruim o sentimento de tristeza, principalmente quando você, sem querer, machuca uma pessoa que é muito importante pra você. E, claro, que ama muito.

Erros de comunicação e até erros de percepção, digamos assim, são os principais cometidos por quase todos e em qualquer tipo de relacionamento.

Geralmente, no meu caso, tento fazer o máximo que posso para melhorar a vida do outro, sendo parente, amigo próximo, amigo distante ou até desconhecidos. E é como uma apunhalada no coração quando acontece justamente o inverso das suas boas intenções, transformando você em uma pessoa terrível. Entre outros apelidos “carinhosos”.

Sou muito rigoroso com as pessoas ao meu redor no sentido de fazer o meu melhor, principalmente, como já citei, com as pessoas mais próximas e que amo. O mundo desaba em minha cabeça chata e vai se irradiando por todo o corpo, fazendo com que fique totalmente debilitado fisicamente e emocionalmente. E sempre penso: e agora!? Como que aconteceu isso quando realmente queria fazer uma ação totalmente diferente!? É uma situação pesada. Para alguns mais, para outros menos, para a maioria, hoje em dia, não estão nem aí.

A solução que posso dividir com você, leitor fiel, é a conversa. É a comunicação. Ou seja, se a comunicação errada foi o que fez a atrapalhada, é justamente a própria comunicação, agora certa, que tem que se fazer.

Simplesmente, não consigo carregar para a cama o peso de ter sido o pivô de uma tristeza, constrangimento, ou seja, lá qual for o sentimento ruim da pessoa amada.

Um sono tranquilo, uma vida tranquila, um relacionamento sólido e eterno, e fazer, o máximo que posso, a amada pessoa feliz é o verdadeiro sentimento de felicidade para mim. É o meu passaporte para ser feliz.

Portanto, me desculpe. Não tinha a intenção. Na verdade, a intenção era totalmente outra.

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Gritos no silêncio.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 1 comentário

É certo que gritos não precisam ser realmente falados para que sejam efetivamente escutados.

Em muitos momentos, vivemos situações que não precisamos abrir a boca para não mostrar, ao menos, uma discordância entre assuntos, seja lá qual for.

Em ambientes familiares, muitos vivem e sobrevivem na ausência da voz, em um faz de conta que até parece verdade para os de fora e até para os de dentro. “Melhor não falar para não se machucar”, muitos falam essa infeliz frase que contraria o tempo. Mas será que o machucado não é quem está calando a todos?

E cadê a cura para este mal “maquiado”? Com certeza, o silencio não é a melhor forma de “tratamento”. Tapar o grito com o silencio é uma forma de aumentar a ferida já em carne viva. E a pior dor, talvez, seja a interna, pois esta não sangra. E o que não sangra, infelizmente, a maioria não vê.

Deve-se gritar! Colocar a boca no trombone. E, além do mais, ter a certeza no inconsciente, consciente e subconsciente que o silêncio é que nem uma dose letal de algum calmante, pois quando você menos espera, não dá mais tempo de voltar atrás.

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Perto de outro, esse outro pode virar outro.

sábado, 12 de dezembro de 2009 1 comentário

É com esse título, que você deve está entendo nada, que eu começo esse desprotegido texto.

Está cada dia pior e mais difícil de se arranjar alguém que tenha um pouco de sintonia com seus assuntos, com seus pensamentos, com os seus devaneios. Repito, alguns, perto de outro, esse outro pode virar outro. Infelizmente. É como se determinados assuntos pudessem envergonhar a alma humana de quem até gosta de tais assuntos, mas que dá um passo para trás, pois a massa não gosta.

É a mesma coisa de, hoje em dia, você colocar um cabrito dentro de casa para criar. Todos vão achar uma loucura, vão achar contra o bom senso, aí então você irá cobri-lo com uma fantasia de cachorro quando alguém normal estiver por perto. Ir contra o sistema é complicado. Bater de frente com pessoas mais próximas e mais longe é para poucos, imagine contra uma população. E, não vou mentir e omitir para você leitor que eu ainda espero encontrar uma pessoa assim nos dias de hoje, e que com isso me faça ter força para ir contra o que acho “injusto”, se esse for a palavra ideal.

As frases do genial Einstein, “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito” e “Bom senso nada mais é senão um depósito de preconceitos colocados no espírito antes dos dezoito anos de idade”, expressam quase que literalmente a mensagem que tento passar para alguma alma que esteja perdendo tempo lendo isso aqui.

É mais fácil se juntar à massa mesmo que você não saiba o que está realmente fazendo, mas tá valendo, pois todos fazem, claro, ir para festas, beber até cair, cair só não, vamos vomitar também, hoje em dia isso é bonito. Virou moda! Não sabiam? Cada vez mais mulheres fazem dos seus apagões etílicos ou vômitos coloridos o seu grande poder de sedução. É a seleção natural! Ainda lembram? Faça já! Se não fizer, você vai ouvir: Olha lá o banana! Vamos babaca! Vamos aproveitar a vida! Vamos pegar todos ou todas! E deixa de ser mole!

E, às vezes, me pergunto: como assim aproveitar a vida? Fazendo barbaridades com meu fígado? Pegando um vírus HIV que esteja dando sopa por aí? Fumar e pegar um câncer, que é mais certo do que a morte, que vem depois, é claro!? Acabar com os poucos neurônios que ainda me restam? Mas isso não é nada. O difícil é você não ter algumas pessoas para ser só mais um louco junto delas, difícil é ver certas hipocrisias. Já notaram que na frente de outros todos são normais? Todos querem aparentar o normal! Não aparece um louco, digno de sua loucura, na frente de outros para me espelhar. Não escuto uma voz que, na frente dos normais, soe como anormal.

Einstein, Sócrates, Nietzsche, Freud, Bacon, Marx, Platão… Como vocês fazem falta nos dias de hoje!

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No fim das contas.

sábado, 5 de dezembro de 2009 Deixe um comentário

Têm pessoas que acreditam que o Brasil tem jeito. Minha opinião é: não sei.

Alguém cujo não estou me lembrando agora falou o seguinte sobre as opiniões parecidas com a minha: “Não destruam o Brasil, pois ele ainda nem foi terminado”. Talvez. Mas é duro, nós, brasileiros, termos que aguentar políticos ladrões e caras-de-pau o tempo todo. Têm suas exceções, é claro, mas que pequenas exceções em um país tão grande!

O povo, o verdadeiro Bobo da corte, não aguenta mais. Toda semana papoca notícias nos jornais sobre políticos metendo dinheiro nos bolsos(antigamente), na cueca e agora, uma novíssima: nas meias.

Com as cenas, que passaram na televisão, do mensalão do Democratas(DEM), fico pensando o que um trabalhador pensa quando chega em casa, depois de muitas horas de trabalho para ganhar um salário mínimo e senta para relaxar e vê passando na televisão seus políticos pegando dinheiro do povo como se estivesse pegado uma simples caneta. O que dizer para esse trabalhador, um homem comum. Digo um homem comum já que o nosso presidente Lula, o “grande” Filho do Brasil, disse que pessoas como o Sarney(já chamado de ladrão pelo nosso mesmo presidente) não pode ser tratado como uma pessoa comum.

Isso mesmo caro leitor, infelizmente, até o grande presidente de vocês “não pode fazer nada”, já que são todos amigos. Tudo vira CPI, não mais em pizza ou panetones. Pizza e panetones, agora, saem antes, para esses sem-vergonhas no poder encherem a pança, antes de mentir, mais uma vez, para nós.

Fico triste quando dizem que vão abrir uma CPI para apurar o caso ou vai ter uma votação de expulsa de algum dos políticos desalmados, aí meu caro, a pizza já queimou. E, como sabemos, não acontece nada.

É duro para um povo que ama seu presidente, tem gosto pra tudo, não ter esse amor devolvido. É duro para um povo que vai às ruas votar, tentando construir um Brasil melhor, ver o seu “empregado” os apunhalar pelas costas, ou digo pela frente. Frente mesmo. O político não é nada mais nada menos do que um empregado do povo, pois está lá devido ao voto do povo brasileiro, mas aqueles não veem assim. Na primeira ou quanta chance tiver, vai encher os bolsos, fazer uma oraçãozinha e envergonhar o Bobo da corte na frente de todos.

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